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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Minhas plantinhas

            
 Oi, aqui é a Bê! O que vocês me contam de bom?
    Aconteceu tanta coisa na ultimas semanas que eu quaaaase me afastei daqui de novo, mas vou resistir porque sei que isso me faz muito bem ♥
    Mas hoje eu vim falar sobre algo que eu descobri sobre mim ha algum tempo (ou talvez eu sempre soube): Eu amo plantas.
    Eu sempre fui apaixonada por natureza, arvores, mato, bichos, rios, cachoeira, tudo! Quando eu estava morando sozinha em uma kitnet eu tive algumas suculentas e cactos porém acabei deixando elas morrerem :/ Agora com mais tempo, espaço resolvi tentar me dedicar a algumas plantinhas novamente, muita paciência é necessária pra aprender as necessidades de cada planta, e tal qual o pão que quando quando cresce e fica bem bonito assado quando a gente vê novas folhinhas e um aspecto saudável ou alguma nova florzinha desabrochando isso enche nosso dia de alegria
    Quero compartilhar fotos de alguma das minhas plantinhas, enjoy ♥

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Uma Playlist confortável.

 
Oioi, aqui é a Bê! Como estamos?
    Nesse momento de retomada do blog tenho vários posts planejados mas muitos ainda não saíram do planejamento e hoje me veio a ideia de compartilhar outra criação minha, de novo relacionada à música, mas dessa vez é uma playlist.
    Eu criei essa playlist meses atrás numa semana em que eu estava sentindo muita ansiedade,  ideia original era colocar só MPB mais antigo que me remete à infância, mas com o tempo eu fui acrescentando outras mais recentes mas que também me levavam pra esse lugar confortável e hoje ela é uma das minhas preferidas, parece que ela me faz um cafuné kkk
    Ela tem desde Chico Buarque até Emicida, espero que gostem ♥



terça-feira, 14 de julho de 2020

Bê toca aquela! meu primeiro IGTV

    Oi, Aqui é a Bê!!! Eu to muito feliz porque descobri como anexar meu igtv em postagens do blog e bora de contar a história desse vídeo.
    Estava eu entre meus altos e baixos do distanciamento social refletindo sobre como algumas pessoas começaram a produzir mais conteúdo tanto artístico como informativo na internet nesse período, o que faz bastante sentido ja que estamos em carência de interação social (alguns de nós), somei esses pensamentos a algo que um professora minha e psicanalista falou em várias palestras (lives) de que a melhor forma de lidar com essa situação nova e imprevisível é criar (seja o que for). 
    E em um bela noite enquanto lavava louça e ouvia minha playlist de mpb começa a tocar Dançando (Agridoce) e eu me recordei de quando eu tentei aprender a tocar ela no piano, e que depois aprendi no violão; lembrei de quando eu pegava o violão em catalão me pediam "toca aquela, Bê, você sabe aquela bem calminha que você sempre toca" 
    Eu fui sentindo surgir uma criação extremamente significativa e de repente veio a ideia de fazer a banda de uma mulher só, eu passei alguns dias ensaiando, mudando e aperfeiçoando o projeto e no fim esse foi o vídeo pronto, cada vez que eu assisto gosto mais dele


 

domingo, 12 de julho de 2020

A insônia e meus métodos pra lidar com ela - parte 1

    Oi, aqui é a Bê e eu tenho insônia, e quero falar um pouco sobre isso hoje.
    Eu percebi que esse post ficaria incrivelmente gigante se eu fizesse em um só então resolvi fazer uma serie de posts e em cada um falar sobre um dos métodos que eu utilizo pra lidar com a insônia, nesse primeiro post eu vou falar sobre a história da minha insônia e explicar porque o podcast acima foi muito importante no meu processo. já vou começar dizendo que eu nenhum dos métodos funciona toda vez pra mim, e que cada pessoa é diferente, eu só acho que vale a pena tentar várias coisas e sempre buscar novas formas de atingir nossos objetivos, e que mesmo assim as vezes não funciona, e tudo bem. Segundamente eu recomendo que façam acompanhamento psicológico sempre que possível porque pra essas e outras questões foi uma coisa transformadora na minha vida. 

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Shampoo e Condicionador Inoar Bombar - Resenha


Oii aqui é a Bê ♥
Hoje eu vim pra resenhar/indicar um produto que se da muito bem com meu cabelo! Eu percebi esses dias que ele é o único constante dos meus produtos favoritos dos últimos 3 anos e que eu sempre volto pra ele e vou contar aqui o porquê, bora la!

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Receita: O Pão caseiro do amor



    Oi, aqui é a Bê, não sei se ainda existem pessoas que caem aqui por acidente mas sigo esporadicamente postando coisas que acho legal compartilhar e ao mesmo tempo registrar. Estamos (ou estou) em quarentena e algo que me traz satisfação nesse período de angustias múltiplas é cozinhar. Uma das coisas que eu criei o habito de fazer com frequência em casa é esse pão caseiro bem simples que porém tem um efeito maravilhosos de produção caseira, simplicidade e felicidade, então resolvi compartilhar a receita (que aprendi com a minha mãe) pra caso alguém (inclusive eu no futuro)  queira produzir esse pãozinho de felicidade pra desfrutar só ou acompanhado, da família, dos amigos e da paixão, a unica coisa que peço é que se for convidar a galera pro café espera a pandemia acabar, vamos la!

quinta-feira, 5 de março de 2020

Sobre auto estima, padrão de beleza e auto aceitação.


    Essa sequência de fotos ilustra bem um exercício que eu tenho feito incansavelmente na vida desde muito nova e outro contrário que eu comecei recentemente. E é sobre isso que eu quero escrever hoje, isso é, sobre auto estima, padrão de beleza e auto aceitação.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Bolo de laranja cobertura de chocolate - Camaleão

A coisa que eu mais tenho feito na minha vida ultimamente são bolos, e essa é a triste realidade de uma pós-universitária desempregada. Nesse meio tempo descobri que ovos não são necessários pra fazer um bolo e decidi que não coloco mais ovos nos meu bolos, por isso, nessa receita não vão ovos. Nessa receita também não vai fermento simplesmente porque não tinha fermento em casa, em vez disso usei bicarbonato de sódio. Meu ultimo leite condensado foi usado no brigadeiro amargo do ultimo bolo que eu fiz antes desse então minha cobertura de chocolate foi feita com creme de leite, Ah, esse bolo não é feito com sumo da laranja e sim com a laranja inteira batida, e essa dica veio da moça que trabalha aqui em casa, e essa também é a vida da cozinheira intuitiva e camaleoa, e foi a partir daqui que eu coloquei o nome da receita de camaleão, foi a primeira vez que eu fiz e eu gostei muito do resultado. espero que vocês gostem também❤️

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Receita Vegetariana #2

    Por muito tempo eu acreditei no mito de que ser vegetariano é muito complicado e caro, mas a realidade é que a maioria das pessoas enxerga a carne como a atração principal da alimentação e os outros elementos como coadjuvantes e que, portanto, pra ser vegetariano seria necessário encontrar uma grande substituição para o protagonista do prato. Mas pra quem tem hábitos alimentares variados e valoriza todas as classes alimentares a carne é apenas mais um detalhe dispensável. 
    Eu não vou negar que fui uma criança fresca que só comia um tipo de folha, alguns poucos grãos e um ou outro legume, mas a independência, a mudança de estado e as diversas vezes em que eu levei o 'por que não?' como lema da minha vida me fizeram experimentar muitas coisas e perceber que eu gosto de muitas coisas, coisas simples, fáceis de encontrar, verduras, legumes, grãos ervas, cereais , temperos, e foi isso que me fez perceber que eu poderia abandonar o consumo de carne com facilidade.
    O que eu quero dizer com isso é que, desde que eu parei em definitivo com o consumo de carne, minha alimentação não teve nenhuma mudança radical: eu continuo comendo arroz feijão e salada na maioria das refeições, frequentemente também complemento o prato com mais grãos, soja, cogumelos quando possível, as vezes apelo pro omelete e já arrisquei alguns hambúrgueres feitos com legumes ou trigo de kibe e proteína de soja.nenhum prato vegetariano que eu preparei é mais trabalhoso ou mais caro do que um semelhante carnista, e eu não sinto abstinência alguma, orgânica nem psicológica.



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Fauna Local


Mato e Imagem.

Pra começar eu vou voltar a me comportar como uma artista rebelde, nada de fotos do mês, projeto fotográfico, 52 Weeks, nada dessas coisas que ficam tentando me encaixotar, eu vou postar umas fotos que eu tirei e gostei, o próximo post de fotos pode ser amanhã ou daqui 5 meses, minha criatividade sempre funcionou assim, aproveitem os retratos daquilo que me faz sentir em casa, a natureza.



Honestamente? eu vim para aqui porque to com preguiça de ir lavar a louça, foi uma grande falta de motivos pra não ir que acabou me fazendo visitar esse blog mais uma vez.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Um texto que também tem que estar aqui

Cinco anos atrás eu mudei de estado e descobri o que era rensga, trela, rata, xapi, liguinha, bão passado, pé rachado, rebenta pipoca, batê remédio e roê pequi, opa, piqui (tumate, bulacha, uai sô!) Anemm vei!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Receita Vegetariana #1

Essa serie de posts vai ser para acompanhar meu desenvolvimento como vegetariana e pra registrar receitas pra quando eu estiver sem ideias, vou fazer tanto ideias de lanches simples pra sugerir combinações de sabores até receitas mais complexas pra momentos especiais, inicialmente eu pretendo fazer pelo menos uma receita por mês, mas pode ser que eu mude a frequência durante o ano.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Cliques de Fevereiro

Fevereiro foi um mês calmo e eu fiquei muito em casa, por isso as poucas fotos que eu tirei foram bem tradicionais e do quintal, porém, gostei muito de algumas e estão aqui.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Bullying, negligência, superproteção e educação.



Uma parte desse texto foi escrita em dezembro de 2016 quando eu cursava o 4º periodo da faculdade e tinha menos contato com a psicologia escolar, mesmo assim eu quis colocar ele aqui no meio porque tinha  muito a ver com o assunto que eu queria discutir, a introdução e a conclusão foram escritas na transição de 2018 para 2019 quando eu concluí o 8° periodo do curso e já mergulhei na psicologia escolar até o pescoço, definitivamente eu tenho um repertório melhor pra falar sobre o assunto agora, mas acho que eu sempre tive um pouco da psicologia histórico-cultural na minha veia, desde que eu nasci

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Cliques de janeiro

Eu já comentei que perdi totalmente o hábito de fotografar depois de alguns anos de faculdade, um dia desses eu estava fazendo uma varredura no arquivo aqui do blog pra encontrar fotos antigas que eu não tenho mais em outros lugares e fiquei impressionada com algumas imagens que eu capturei com 12, 14, 16 anos e fiquei com ainda mais vontade de voltar a praticar a fotografia, então resolvi fazer uma post mensal de cliques, espero que eu consiga superar o que eu produzia quando mais nova!


terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Metas para 2019


Eu pensei em escrever esse post, depois desisti, depois pensei de novo, e deixei pra depois, também fiquei super empolgada com voltar pra cá, e depois desanimei, eu tenho muito esses autos e baixos na minha vida, mas eu já falei que eu tenho esse problema de não tentar por medo de me frustar e to lutando contra isso, e uma das formas de fazer isso é continuar no blog, e outra é criar metas pro ano que está começando.

Então esse post é sobre isso, minhas metas pro ano de 2019, eu decidi estabelecer metas bem realistas e materiais no sentido de serem palpáveis, possíveis e verificáveis. Eu esperava muito pouco de 2018 e foi um ano maravilhoso, e eu acredito que com mais organização e disciplina eu posso conquistar ainda mais felicidade.

O post ta aqui pra registrar e eu pretendo colocar essas imagens em um mural pra ter o lembrete constantemente no meu campo de visão, que foi um dica que eu vi por ai.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Imagens raras de um ano incrível


Sobre 2018

Estou de volta e pra falar sobre esse ano que esta se encerrando. Apesar dos pesares, aconteceu muita coisa boa e acho que foi uma dos melhores anos da minha vida ate hoje. Eu quero acima de tudo falar sobre tudo de bom que aconteceu em 2018. No ano anterior eu fiz um caderno digital que eu registrava coisas pra ser grata, mas esse ano eu não consegui manter esse esquema, porém assim que eu comecei terapia eu voltei a escrever e fui desenvolvendo meu método de organização, planejamento e registro através do ano. Eu tive 3 caderninhos de brochura, chamei eles de minha vida (1, 2 e 3) e terminei num esquema básico de fazer uma lista diária-semanal de coisas que eu tinha que fazer e escrever livremente quando me dava vontade. Era um Journal-Planner-Diário, sei la, mas vou continuar chamando de minha vida, porque é até engraçado quando eu digo "quase esqueci minha vida na sala do quinto período", "poxa eu ia trazer minha vida e esqueci".
Eu viajei, mais que nos últimos anos, em janeiro eu fui pra Iporanga faz passeios em cavernas e cachoeiras. Fui pra Ribeirão Preto em julho pro Festival João Rock, que ja virou uma tradição na minha vida e foi o terceiro ano seguido que eu fui no festival e o segundo que teve show da Pitty maravilhosa Rainha do mundo todinho. Passei meu aniversário em agosto com a minha família em Andradina pela primeira vez desde que eu comecei a faculdade, além de ter vindo a São paulo em setembro pra acompanhar minha mãe em uma consulta medica, e mais uma vez e novembro pro Congresso Brasileiro de Psicologia quando eu tive a oportunidade de assistir trabalhos de acadêmicos que estudam a mesma are que eu - Psicologia Escolar- e foi extremamente enriquecedor e gratificante pra mim. Também fui a Palmelo em Goiás pra um atividade de campo de uma disciplina que eu estava fazendo pra conhecer as Ruínas de um manicômio e a forma como a atenção à saúde mental é realizada na cidade atualmente, com Residências terapêuticas e o CAPS. E pra fechar, pela primeira vez desde o inicio da faculdade estou tendo ferias reais de mais de 15 dias, então passei uma semana em Andradina e depois vim pra Santo André e ainda tenho mais 2 meses de descanso pela frente.
Eu uso 1 alargador de 10 mm e 4 brincos em cada orelha, mas sou a pessoa mais desastrada e vivia perdendo meus brincos, mas dessa vez, desde agosto de 2018 estou com todos os brincos e não perdi mais nenhum, então, essa já é um motivo pra comemorar pra mim kk, além disso, em dezembro tomei coragem e coloquei meu piercing no smile e me animei demais pra fazer minhas duas próximas tatuagens.
Curti muito a natureza esse ano, que é uma coisa que eu amo, seja olhando as estrelas, o pôr do sol, o bosque de Andradina, a mata de Catalão, o Parque da Água Branca em São Paulo, me traz uma paz e uma purificação, acho que me cura de todo o peso que a vida traz.
Eu toquei muitos instrumentos inclusive guitarra e baixo que eu nunca tinha tocado na minha vida participei de muitas apresentações intensas mas que eu amo participar.
Uma das minhas melhores amigas da faculdade se tornou mãe e deu a luz ao menino João Vicente então meu amor por ela se estendeu pro pequeno baby.
Teve a festa de 500 dias da minha turma pra me lembrar que ano que vem provavelmente eu me formo, e eu desenvolvi varias atividades praticas e externas à universidade e me senti muito mais preparada e senti que a psicologia realmente faz a diferença na vida das pessoas.
Criei e fortaleci laços, me entendi melhor, me conheci melhor, comecei a fazer terapia, e desisti e tentei de novo e sigo firme. Percebi uma evolução muito grande nesse ano vejo muita potência pra 2019 ser ainda melhor que 2018 foi!
Um ano novo incrível pra nós!

Um retorno, uma explicação.

Eu não sei nem por onde começar, ou melhor, sei sim: Oi, aqui é a Bê! Faz séculos que eu não posto de novo e primeiro eu vou tentar explicar porque, o que aconteceu e porque eu voltei.
Em 2015 eu mudei de estado, eu fui morar sozinha e fazer faculdade em um cidade totalmente nova onde eu não conhecia ninguém, era tudo que eu queria na época e no começo foi ótimo, mas o tempo foi passando e eu não vou nem saber apontar exatamente o que foi que aconteceu mas eu mudei. Não vai ser hoje que eu vou escrever um texto específico sobre isso mas o sistema educacional do Brasil é bastante cruel, então no ensino médio eu estudava numa escola em que a unica possibilidade era entrar numa Universidade pública, e eu me cobrava muito, e a época das provas de vestibular então era tão adoecedor que nessa época eu tinha paralisia do sono com frequência, acho que também foi quando eu comecei a trocar o dia pela noite, então quando eu passei e entrei numa universidade federal eu acho que minha mente tava tão exausta que não queria mais provar que era melhor que ninguém, não queria nem ouvir falar de competição. Eu queria só estudar. Estudar o que eu gostava de estudar e viver as novas experiências mas quando eu comecei o curso pra valer eu percebi que a academia é perfeitamente igual ao sistema educacional que da acesso a ela, o mesmo tipo de relação professor aluno, o mesmo tipo de avaliação, o mesmo clima de competição e ranqueamento dos melhores segundo sua notas. Eu quis simplesmente ignorar tudo e fazer tudo no meu ritmo, se eu demorasse um ano a mais pra formar tava tudo bem. Mas meu ritmo não tava bom pra academia e minha auto-estima intelectual começou a cair, meu sono desregulado me prejudicou muito e eu fui vendo minha timidez se transformar em ansiedade social com sintomas físicos. Eu vi minha auto estima cair ao ponto de eu parar totalmente de criar expectativas por medo de me frustrar, no sentido de desejar algo e planejar isso, e a própria psicologia explica que quem não deseja não vive, e eu acabei me acostumando com a frustração do não viver, eu fazia sempre o minimo necessário.
Eu fui percebendo isso quando eu comecei a terapia e eu voltei a escrever, voltei a planejar e a desejar e isso me fez voltar a viver, e acreditar na minha capacidade. Eu sei que eu não preciso competir contra ninguém pra oferecer o meu melhor, eu posso tentar ser melhor que ontem, e as vezes pode não dar, mas outras pode dar. 
Eu quero voltar porque eu conheci e participei de milhares de coisas novas que eu quero compartilhar, conteúdos, canais, ideias, quero voltar a fotografar, tenho projetos pra apresentar, quero trazer minha vida de volta pro meu refúgio, espero que vocês gostem e mais que tudo espero que me faça bem.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Qual é o lugar da mulher no Rap?

Esse texto é parte de um de blog produzido como avaliação de uma disciplina de núcleo livre que eu fiz no semestre passado, o blog com as postagens das outras meninas do grupo ta disponível AQUI
Foto: Rimas e Melodias. fonte: https://www.youtube.com/watch?v=jBTUZC0j1ug


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Sobre sono, 5am club e esse blog.

Oi, aqui é a Bê♥.O gigante acordou, e eu não to falando da conjuntura política atual, to falando desse blog que tava quase completando um ano de abandono. Eu resolvi voltar quando eu comecei a assistir vídeos no youtube e achar rasos, e sentir falta daqueles textões que a gente (eu e vocês pessoas da blogsfera) escrevíamos sobre os assuntos mais aleatórios e eram ótimos! Eu estou retomando o hábito de escrever e ter o blog ativo de novo vai ser uma ajuda mútua de mim comigo.

domingo, 23 de julho de 2017

Youtubers pra conhecer e entender

    Hello meant to be psicologos (ou entusiastas da humanidade), perdoem meu vicio por falar de empatia, mas uma coisa que eu escuto muito na faculdade, dos professores de todas as abordagens é sobre a importância de escutar sem julgar, para que a pessoa se sinta a vontade pra confiar em você, e eu acredito que isso seja importante não só na relação profissional entre psicologo e paciente mas em todas as relações humanas, o desenvolvimento da capacidade de compreensão, da empatia, e acredito que quanto mais você conhece as pessoas e suas questões você se torna um ser humano melhor pra se conviver. Eu acho o youtube uma ferramenta incrível pra se conhecer as pessoas, seus pontos de vista e entender pelo que elas passam e como se sentem e principalmente como ~não~ se comportar em relação a elas - e porque.
    Dai o porque de eu ter separado uma lista de canais que me ajudam a enxergar a vida através dos olhos dos outros e desenvolver minha empatia, lembrando que as pessoas são complexas então cada youtuber que eu apresento pra você abaixo trata de vários papeis sociais.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

As Feministas estão aqui, porra!





(17/06/2017)
Hoje eu vi outro vídeo na rede social ao lado (se alguém estiver se perguntando, a rede social ao lado é como alguns membros do twitter se referem ao facebook) e esse assunto é muito mais sério e triste. Uma psessoa compartilhou um vídeo de dois garotos estapeando e socando uma garota com uma descrição parecida com “quando seus pais dizem pra você não se relacionar com vagabundos é porque eles querem evitar que esse tipo de coisa aconteça com você”. Apesar de não entender muito bem o áudio do vídeo, assistindo algumas vezes pude inferir que se tratava de dois irmãos agredindo a própria irmã por ela ter engravidado, uma mulher mais velha, provavelmente a mãe, aparece no canto do vídeo pedindo para os meninos pararem, mas não interferindo ativamente, claramente impotente diante do comportamento dos filhos; então, pra começar, quem colocou aquela legenda não prestou atenção ao que se passa no vídeo, além de culpar a mulher por sofrer uma agressão do suposto parceiro; e pra completar minha revolta uma pessoa comentou na postagem “cadê as feministas?” como se nos estivessemos deixando aquilo acontecer. Eu já estava saturada. Porque vi tanta gente falando do caso da tatuagem na testa, da justiça com as próprias mãos como se fosse o jeito certo de agir; por inúmeras situações de violência que eu presencio e tenho conhecimento, porque só vejo as pessoas reclamando que feminista reclama de coisas insignificantes, e que só faz protestos por visibilidade, e que generaliza os homens; E querem vir cobrar da gente quando um caso desse aparece na internet, como se a gente tivesse culpa, como se nosso papel ou objetivo fosse fazer justiça em cada caso, como se agente fosse o esquadrão anti machista.
Eu to nervosa.
Eu vou tentar ser didática pra variar.
O movimento feminista não quer o fim dos homens, nós queremos que os homens parem de se comportar como os donos das nossas vidas e dos nossos corpos. Deixa eu contar um segredinho pra vocês: nós (a maioria de nós, acredito eu) não nos organizamos em um esquadrão armado pra fazer justiça contra cada homem que oprimiu, agrediu, ou matou uma mulher. Quando a gente se organiza pra dar visibilidade a alguns casos é pra tentar fazer vocês que fecham os olhos pra isso enxergarem que isso acontece o tempo todo; quando a gente generaliza é pra mostrar que a gente SABE que o problema é estrutural, é social, não é um, não são dois, não vai ser matando ou prendendo os dois pivetes que agrediram a irmã que esse problema vai ser resolvido; muito menos ensinando sua filha a não se relacionar com ‘vagabundo’ seja lá o que isso significa pra você.
Muita coisa está fora do nosso alcance, a gente pode educar nossos filhos e filhas, mas os seus são vocês que vão educar, e ai daqui 20 anos quando ele der um tapa na mãe, na irmã ou na namorada vocês vão dizer “cadê as feministas?”? Quando seu colega de trabalho que vive assediando adolescentes enquanto você observa calado estuprar uma menina você vai dizer “cadê as feministas?”? Quando alguém filmar sua intimidade com sua mulher e ela for exposta e passar por todo tipo de humilhação você vai dizer “cadê a porra das feministas?”?
A porra das feministas não estão aqui pra resolver todos os problemas, quem dera fosse fácil assim, a gente tá tentando fazer todo o resto do mundo enxergar o tamanho do problema e tomar atitudes à respeito, não ficar esperando as feministas.

Sobre redes sociais, formigas e memoria.


É engraçado como algumas coisas ficam guardadas bem no fundo da nossa memória a ponto de passarmos 4, 5 anos sem acessar esse conteúdo (considerando que 5 anos é um quarto da minha até então vida) e ainda assim, quando acessamos, conseguimos nos lembrar do sentimento evocado pela situação. Andei lendo um texto sobre velhice pra faculdade (do livro escrita de uma memória que não se apaga) e nele dizia que quando nos lembramos de algo não nos lembramos de quando aconteceu de fato, mas sim da última vez que nos lembramos do ocorrido, isso explica a lembrança do sentimento.
What a fuck esse texto tem a ver com esse vídeo, redes sociais e formigas? Let’s go there. Eu vi esse vídeo hoje na rede social ao lado e na hora apenas achei inusitado, ri, e enviei pra um amigo mas passado algum tempo algo foi surgindo na minha memória sobre formigas arremessarem suas “irmãs” sem utilidade pra fora da “comunidade” (foi difícil encontrar essa palavra e ainda não soa certa, logo entenderão porquê) também parece cruel, eu sei, e era o que eu pensava na época e, acredito que foi o que me fez resgatar a memória. Lembrei de algum período muito incerto da minha infância, difícil de definir porque tive o mesmo quarto dos 5 aos 18 anos, quando apareciam dezenas de formigas mortas ou deficientes no chão do meu quarto em um canto específico; e eu, criança curiosa, logo descobri que elas caiam do teto (Era um teto de madeira, tinha um sótão onde às vezes entravam morcegos e gatos, imagina formigas.) Seu eu disser formigueiro então, tentem não imaginar o buraco no chão cheio de ‘granulado de terra’
(¯\_(ツ)_/¯). Tinha um formigueiro no sótão e meu quarto era onde as formigas descartavam as outras que por algum motivo não conseguiam acompanhar o ritmo da colônia. Não lembro como nem quando cheguei à essa conclusão, talvez meus pais tenham me dito, mas não tenho lembrança dessa conversa. Só me lembro de observar as formigas rejeitadas tentando andar, subir nas paredes, voltar pra casa, caindo no meio do caminho, sem sucesso e sentir pena delas.
Eu não planejei uma moral da historia. Era uma lembrança que deu vontade de escrever. E eu não consigo lembrar de quando foi a ultima vez que lembrei disso, pareceu algo totalmente apagado, que o vídeo da rede social ao lado como um gatilho trouxe de volta.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Sarau na praça

Sabe a mesma praça do ultimo post de fotos? Ela de novo, mas dessa vez rolou um evento, um sarau com bazar e exposição de desenhos, fotos textos, bandas, dança, foi lindo e as imagens ficaram muito legais, espero que gostem :)

















sábado, 4 de março de 2017

Sobre evolução e ... eu. #1


Eu ia chamar esse texto de Mudanças, mas o assunto que eu quero abordar é mais especifico, não são quaisquer mudanças, são aquelas que você olha pra trás e sente um pouco de arrependimento de ter sido daquele jeito e um pouco de orgulho de ter deixado de ser; me considero uma pessoa de sorte pelas pessoas, musicas, livros, textos, e tudo que eu tive acesso que me fez refletir sobre essas ideias e literalmente evoluir
A primeira das grandes evoluções pelas quais passei  foi deixar de ter vergonha do meu corpo; não era só baixa auto estima, isso eu ainda tenho as vezes, mas eu realmente fui ensinada a esconder meu corpo, provavelmente como uma forma de me proteger, mas isso é algo que eu não poderia entender na época (e que eu discordo hoje), ao mesmo tempo eu escutava "olha o tamanho dessa barriga", "você precisa emagrecer", " se você ficar com a barriga chapada eu pago pra você colocar um piercign no umbigo". Provavelmente eu associava uma coisa com a outra e achava que meu corpo era tão repugnante que ninguém se sentiria a vontade de vê-lo, por isso, mesmo com minhas primas e tias sempre trocando de roupas na minha frente, sem parecerem se importar com isso, eu nunca fazia isso, mesmo que tivessem várias meninas se trocando no mesmo lugar eu ia pra algum lugar vazio de preferência trancado pra não acontecerem acidentes.
Quando eu entrei na faculdade eu conheci meninas que fizeram eu pensar sobre isso no meu comportamento, meninas que também tinham corpos fora do padrão e se amavam, mulheres magras, gordas, lindas, que se amavam, e falavam sobre isso, sobre como o corpo da mulher é hiperssexualizado e ofensivo em oposição ao do homem, sobre o padrão de beleza imposto pela mídia ser irreal inatingível, e na convivência com essas pessoas comecei a pensar sobre o porque o corpo do homem, fosse como fosse, era aceito socialmente e o da mulher não, e que na verdade aquele corpo que eu não tinha não era real, ou se era, era um esforço desnecessário atingi-lo. E comecei a aceitar que meu corpo era só mais um corpo real e eu não precisava escondê-lo, nem por não ser padrão, nem como forma de proteção; roupa nenhuma impede um estupro, um assedio, físico ou moral, não adianta ensinar sua filha a "se comportar" se você ensinar seu filho a ser garanhão, ter sempre razão e dar a ultima palavra.
Outra evolução foi a perda do meu preconceito cultural, estudando sobre a adolescência, aprendi que nessa fase tendemos a nos encaixar em grupos buscando nossa identidade, eu percebo que nessa fase eu também tinha um medo muito grande de ser taxada de mente fraca, comecei a pensar sobre isso recentemente: quando no inicio da adolescência eu desejava liberdade e oportunidades de experimentar coisas novas, mas ao mesmo tempo eu via como um grande defeito alguém se permitir mudar de opinião sobre qualquer coisa porque isso significava admitir que tinha errado e por algum motivo na época eu achava isso inadmissível; por isso eu fugia da cultura de massa que alem de ser a mais comum ia um pouco contra esse conservadorismo conceitual que ainda habitava em mim. Eu tinha uma resistência a conhecer elementos culturais diferentes dos que eu fui acostumada desde nova, julgava facilmente as pessoas pelas roupas que usava, as músicas que ouvia ou o jeito que falava, mas depois de muito ler textos, conviver com pessoas e refletir sobre o assunto eu percebi que nada fazia minha bagagem cultural melhor que a deles, que conservadorismo não traz nenhuma vantagem, que roupa não define caráter e que se fechar na sua bolha sócio-cultural de pessoas que pensam como você e gostam do que você gosta só faz congelar sua bagagem cultural que poderia estar sendo enriquecida na troca de experiências com pessoas diferentes.
Eu tinha outras evoluções em mente pra tratar nesse texto, mas como ele já ficou maior do que eu esperava e eu levo tempo pra desenvolver cada assunto vou deixar os outros temas pra textos futuros e parar por aqui por enquanto deixando aqui a importância de ter a mente aberta a mudanças para poder evoluir sua identidade.